O favoritismo espanhol vem embalado pela conquista da Eurocopa de 2024 e por uma geração jovem que joga como veterana: Lamine Yamal, Pedri, Gavi e Nico Williams. Logo atrás aparecem França, Argentina (atual campeã) e Inglaterra. O Brasil tem em Vinícius Júnior o seu principal trunfo e a missão de buscar o hexa.
A história, porém, recomenda cautela com qualquer cravada. O favorito apontado na véspera levanta a taça em menos da metade das edições; em boa parte das Copas, quem ergueu o troféu não era o nome mais cotado quando a bola começou a rolar.
O novo formato reforça a imprevisibilidade. Com 48 seleções e uma rodada extra de mata-mata, o caminho até a final ficou mais longo, e seleções fortes já começaram Copas perdendo a estreia sem que isso custasse o título. No mercado de artilheiro, Kylian Mbappé costuma liderar as cotações.
Vale o lembrete: odds são uma fotografia do momento e mudam a todo instante conforme lesões, escalações e resultados. Servem como leitura de probabilidade, não como garantia.
